quarta-feira, 28 de julho de 2021

Almoço no C.C 25 de Julho de Blumenau - Semana da Imigração Alemã 2021

Cartaz do evento.


Aconteceu no último sábado, dia 24 de julho, no Centro Cultural 25 de Julho de Blumenau, o evento chamado ‘’Almoço Alemão no 25’’. O almoço fez parte das comemorações da Semana da Imigração Alemã, com programação organizada pela Secretaria Municipal de Cultura e Relações Institucionais.

O evento, que teve comida típica, música alemã e apresentação do Original Blumenauer Schuhplattler, teve por finalidade levantar fundos para o Centro Cultural 25 de Julho de Blumenau e ajudar a manter viva a tradição alemã em nossa cidade. Engrandeceu também o evento a participação do Männerchor Liederkranz com algumas canções apresentadas ao público.


Südbrasilien presente no evento
É muito gratificante participar de eventos como este e presenciar encontro de famílias e de amigos envolvidos com a cultura germânica, desfrutando do melhor da gastronomia e música alemã, ainda mais em um local que respira tradição e cultura e que é o centro da cultura alemã de Blumenau, o Centro Cultural 25 de Julho de Blumenau. 

Parabenizamos o  C.C 25 de Julho de Blumenau  pela iniciativa e a todos que participaram da organização e realização do evento. Esperamos por mais eventos como este, que promovem o convívio familiar e entre amigos dentro da cultura germânica.

Ótima presença de público no evento, foi um sucesso!

Fotos: Angelina Wittmann

Mais fotos no Blog da Angelina Wittmann


Postagem: Pedro Berejuk

domingo, 27 de setembro de 2020

Visita à Helga Kamp

Dei um pulinho até Brusque/SC para visitar a professora, escritora e tradutora Helga Kamp. Foram duas horas ouvindo-a atentamente e a sensação foi a de uma viagem no tempo.

 Ela, nos seus 89 anos, com uma vitalidade de invejar, falou sobre assuntos dos mais diversos: suas traduções do inglês de livros sobre Lei da Atração e Neurociência e sobre obras que traduziu com o marido que hoje está firme e forte em seus 95 anos, sobre Meister Eckhart, sobre Steiner e a Waldorfschule, sobre viagens, plantas, chás e curas, sobre os anos na Alemanha, sobre como seus filhos e netos hoje desfrutam de todos os tesouros por terem aprendido idiomas desde cedo.

Escutando uma rádio suiça de música clássica, ela mostrou ainda sua biblioteca, seus chás feitos apenas com o que cultiva no jardim onde trabalha diariamente quatro horas, sobre o quanto a música nos ajuda a trabalhar emoções, sobre o quanto escreve todos os dias um pouco mais, sobre o quanto atraímos coisas conforme a vibração do coração, sobre o quanto gostaria de ainda viver por muitos anos para aprender mais e mais.

Antes que eu partisse ela preparou a mesa, pão de grãos assado no forno de barro, geléias feitas por ela, então rezou e disse em alemão: "Obrigado senhor por esta visita, por alguém que vem hoje de longe ao nosso lar com ouvidos para escutar o que temos a dizer e por achar que temos algo a ensinar".

 

Newton Schner Jr.

terça-feira, 22 de setembro de 2020

Os Alemães do Volga

Setembro é um mês especial para os princesinos de origem alemã: voltamo-nos no dia 7 em reverência à nossa Pátria, o Brasil, passando pelo aniversário da nossa cidade de Ponta Grossa, e no mesmo mês recordamos com carinho a chegada de uma leva imigratória sem a qual o destino princesino não teria sido o mesmo: Os alemães do Volga.

Uma história que começou quando a Alemanha nem se entendia por Alemanha, passando pela Rússia e finalmente encontrando uma morada segura no distante Brasilien.

Do carvalho semeado em solo princesino fez-se então lentamente, mas em progresso contínuo, uma nova Ponta Grossa. 

Seja no transporte da erva mate, nas casas de comércio, na história de inúmeras famílias, nas sociedades de teatro e música, na imprensa, nas cervejarias, na culinária e na arquitetura, nisso tudo o imigrante alemão imprimiu sua marca na cidade ao longo dos anos, fazendo do cidadão local também um pouco alemão.

Glaub mir: auch Du, Pontagrosser, bist teilweise ein bisschen deutsch!

Sabendo olhar com admiração para os anos de luta, sofrimento, tragédia dos imigrantes alemães do Volga que encontraram no trabalho, na cultura, na fé, na família e no sonho de fazer do Brasil um novo lar, fazer da Neue Heimat um lugar próspero, teremos sempre mil e uma razões para seguir adiante com a nossa caminhada.

Quando nos livros de história, nos fóruns de genealogia, nos cultos luteranos, nas cervejarias, no crescente interesse pela língua alemã, quando vemos a alegria da gente princesinha com as cores da bandeira da Alemanha junto ao verde e amarelo, nisso tudo está o carinho e o sonho inconsciente de um retorno um retorno à origem.

Que o legado dos alemães do Volga nunca seja esquecido! 

Möge dass das Erbe der Wolgadeutschen nie vergessen wird! 

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Texto: Newton Schner Jr. (Centro de Línguas Germania)

Arte: Caroline Stelle

Publicado originalmente no jornal Diário dos Campos, em comemoração ao aniversário da imigração dos alemães do Volga no Brasil.



quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Besuch bei Angelina Wittmann

Angelina lançou recentemente o seu livro "Fachwerk", uma obra-prima em defesa da preservação e do resgate de um estilo de construção ancestral germânico que segue vivo em nossos dias e inclusive com notável presença em Santa Catarina. Angelina é uma incansável defensora do Fachwerk - Enxaimel em português - há pelo menos três décadas, tendo inclusive estado na Alemanha por algumas vezes para aprimorar os seus conhecimentos.

Passamos uma tarde maravilhosa de 7 de setembro ao som dos pássaros e de música alemã, de frente para um jardim muito bem cuidado, acompanhados de boas conversas, boa cerveja e boa comida no lar dos Wittmann.

Falamos sobre o Brasil e Alemanha, sobre a cultura alemã no sul do Brasil, sobre o espírito alemão e sobre como sempre na história um pequeno grupo ajuda a manter a chama para que as coisas não se percam para sempre.

Tão logo que a pandemia cesse, esperamos poder fazer com que Angelina lance a sua obra também em solo paranaense.

Der deutsche Geist ist der Geist der Freiheit!

Texto: Newton Schner Jr.


quinta-feira, 25 de junho de 2020

Was ist deutsch zu sein ?

Se você tivesse a oportunidade de descrever uma pessoa com ascendência alemã, como faria? Quais são os atributos culturais e comportamentais do povo alemão? Existem parâmetros para classificar um povo ou as pessoas são mera resultante do Zeitgeist (espirito do tempo)? Será que em um mundo globalizado ainda existe espaço para indivíduos que insistem em dar continuidade ao elo ancestral?
Para essas e outras perguntas seriam necessárias discussões mais extensas, porém todas elas possuem uma temática indenitária em comum: O Ser alemão.

Hoje, devido aos frutos da globalização, o termo “alemão” é destinado às pessoas que têm a nacionalidade alemã, independentemente da origem étnica, cultural ou religiosa. Até o século XIX, o critério para tal classificação era o idioma e posição geográfica. Em 1871, com a fundação de um Estado alemão, o conceito de Ser alemão ficou destinado aos habitantes do território do novo país ou àqueles que lá têm origens. E a cada mergulho na história, ocorre um afunilamento classificatório até chegar ao critério étnico, o que implica no aparecimento do caráter, natureza e cultura alemã. Portanto Ser alemão não é somente uma característica territorial ou linguística, pois o vínculo está no povo e não exclusivamente na terra.
Ser alemão é mais do que possuir características físicas da etnia, afinal esta pode variar mediante as possibilidades da raça branca, logo o verdadeiro alemão é reconhecido pelos atributos da alma e do espirito.
Ser alemão não recorre somente à cor da pele ou a nacionalidade, e sim à própria cultura, herança, caráter, conduta e percepção em relação à vida.
Ser alemão consiste em se comportar, pensar e viver como um alemão, ou seja, estando em acordo com as próprias tradições, herança e modo de vida.Ser alemão é apreciar o nobre, o belo e o civilizado, sendo devoto dos valores de honra, lealdade, fidelidade e de dever para com o povo.
Ser alemão é demonstrar justiça, racionalidade, tolerância e busca pela verdade, vivendo tais preceitos em sua essência.
Ser alemão é ter orgulho de si e de sua própria raça, orgulho de sua cultura, de suas tradições, de sua natureza e de seu modo de vida, estabelecendo pilares que conseguem suportar até mesmo as tormentas geradas pelo multiculturalismo.
Ser alemão é ter a capacidade de adaptação e vínculo com a terra, manifestando nela todas as funções que compõe o seu espírito criativo.
Ser alemão é possuir fascínio pelo conhecimento, capacidade de raciocínio, de ordem e aprimoramento.
Existem outros atributos que compõe a natureza do Ser, entretanto uma coisa é certa: não adianta as pessoas optarem por usar traje típico, morar em casas em estilo Enxaimel, torcer pelo Bayern, tomar cerveja e apreciar as curvas do fusca. A plenitude do Ser deriva mais de uma questão ética comportamental, vinculada ao espirito e a raça, do que a soma de componentes da cultura popular. A essência da Germanidade está na alma do povo e não nos atributos físicos associados a este.
O pleno desserviço em relação ao povo está em acreditar que a Germanidade pode existir em sua parcialidade, sendo projetada na matéria e vivenciada em forma de fantasia, como nos períodos de Oktoberfest, Copa do Mundo ou quando convém. Aqueles que fantasiam não possuem respeito próprio e descartam como lixo todo o esforço de seus semelhantes e toda a memória de sua raiz ancestral. Eles também não asseguraram a continuidade da verdadeira tradição e cultura, desconstruindo os valores e leis que caracterizam o povo.
Sem sombra de dúvidas, a maioria das pessoas que possuem ascendência alemã não vivem em acordo com sua essência, e geração após geração a identidade alemã vai enfraquecendo. Da mesma forma é notório o trabalho de descaracterização gerenciado pelas Escolas, Mídia e sociedade, pois além de não ensinarem e transmitirem os valores e a história alemã de uma forma positiva, ainda forçam a internalização de outras culturas e comportamentos que estão em desacordo com o ser.
Perceber que o cenário não está favorável é fácil, porém o que nos resta? Se de alguma forma essa rápida reflexão mexeu com os seus sentimentos, pensamentos ou auxiliou em uma espécie de “despertar”, saiba que cada palavra foi pensada e colocada em função de você caro leitor. Se dentro de você ainda repousa o brilho de Ser alemão, onde o étnico e o cultural caminham de mãos dadas, então entenda que você não está sozinho e que apesar da distância e falta de comunicação, somos como lascas pertencentes ao mesmo carvalho. O sonho do verdadeiro alemão está em fortalecer o seu próprio povo e acredito que você também tenha ideias para isso, porém cabe a cada um de nós iniciarmos pela parte mais difícil: a autorreflexão!
Encerro com um trecho de D. Venner, para inspirar e fortificar aquilo que nos une: "Os homens só existem pelo que os distingue: clã, linhagem, história, cultura, tradição. Não há uma resposta universal às questões da existência e do comportamento. Cada povo dá as suas respostas, sem as quais os indivíduos, homens ou mulheres, privados de identidade e de modelos, são precipitados numa perturbação sem fundo. Como as plantas, os homens não podem prescindir de raízes. Mas as suas raízes não são apenas as da hereditariedade, às quais se pode ser infiel; são também as do espírito, isto é, da tradição que cabe a cada qual reencontrar."


Texto: William Ernst Ott

Postagem: Pedro Berejuk

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Oktoberfest Blumenau 2019

Desfile com a Choppmotorrad, veículo de
irreverência da Oktoberfest Blumenau
Chegou ao fim na última semana de outubro a Oktoberfest Blumenau 2019. Tive a oportunidade de acompanhar a festa em 17 dos seus 19 dias, colecionando ótimas lembranças de mais uma edição da Maior Festa Alemã das Américas.
É notório o crescimento de qualidade da festa nos últimos anos, seja na infraestrutura, gastronomia e atrações. Com a inauguração do Eisenbahn Biergarten a festa ganhou mais um pavilhão amplo e confortável para o público. A Eisenbahn como cervejaria oficial simbolizou a consolidação das cervejarias artesanais na festa. Já na gastronomia, os pontos de alimentação foram totalmente repaginados com o novo conceito Haus. Neste ano de 2019 houve grande avanço nas áreas de segurança e limpeza da festa. Todos os pavilhões contavam com câmeras de monitoramento com tecnologia de reconhecimento facial, e na área externa a PM contava com monitoramento aéreo com drones.
Banda alemã Nusslberg Buam
As bandas internacionais que animaram o público este ano foram três. A Voxxclub fez sua terceira participação na festa com muitas novidades. Repertório diferente dos últimos anos, incluindo uma música em português (o que deixou este que vos escreve muito surpreso). Muito legal a iniciativa dos integrantes da banda em aprender a falar português. (Seria legal se o público se esforçasse pra aprender um pouquinho de alemão, né?). A música sensação deste ano foi Anneliese. Outra banda que animou a Oktoberfest deste ano foi a Powerkryner, da Áustria. Com um repertório variado, incluindo Blasmusik, Volksmusik, Schlager e Rock, logo caiu nas graças do público. (Após um dia de festa já estavam cantando ‘’Segue a Frida’’ no palco haha). Por fim, mas não menos importante, foi a presença da banda Nusslberg Buam, que apresentou-se em Blumenau novamente após 30 anos. Seu repertório era majoritariamente Blasmusik, muito bom pra quem ama dançar!
Banda austíaca Powerkryner
Acompanhando de perto as bandas locais todas as noites, tive gratas surpresas. Notório o esforço de algumas bandas em criarem músicas tradicionais autorais, e também de trazerem no repertório músicas em alemão. As bandas Tropical Band e Bavária lançaram pouco tempo antes da festa as músicas‘’Baile de Alemão’’ e‘’ Vira Chopp’’, respectivamente, mostrando que boa Volksmusik se faz aqui também. A Herr Schmitt lançou também em outubro a música ‘’Alles Blau em Blumenau’’, uma paródia da música ‘’Bin Blau’’ do Powerkryner (sim,os mesmos austríacos que estiveram na Oktoberfest). Vale ressaltar que a banda Herr Schmitt todo ano lança uma música autoral, o que é muito legal. Das bandas que tocam muitas músicas da Alemanha, destaco a Blumenau Band e a Stadtkapelle. Ambas tocam muitas músicas do Klostertaler, banda que amo e acabou em 2010, mas continua referência em Volksmusik. Tradicionalmente, os Velhos Camaradas, do Männerchor Liederkranz, fizerem as cerimônias de abertura e encerramento da festa, além de mais quatro belas apresentações com o melhor da música popular tipicamente germânica.
Realeza da próxima edição da festa.
Como já é tradição, na última noite da festa foi escolhida a nova realeza da Oktoberfest. Sasha Benner Bauer foi escolhida a nova rainha da festa, ao lado da primeira princesa Giane Prochnow e da segunda princesa Franciele Aline Schwanke. O resultado do concurso me agradou muito, tendo em vista que, além da beleza, as candidatas tem grande apreço pela cultura alemã e pela festa. Sasha e Giane fizeram parte da realeza dos Clubes de Caça e Tiro de Blumenau em 2018. Já Franciele já participou de grupos de dança folclórica e fala bem o idioma alemão, que foi um diferencial em seu discurso durante o concurso de escolha da realeza.
Voxxclub!
Agradeço ao Parque Vila Germânica por poder participar da cobertura da festa e também parabenizo à todos os responsáveis por fazer a Oktoberfest de 2019 uma festa linda, alegre, receptiva e organizada. Sempre valorizando a cultura alemã através dos grupos folclóricos, das bandas típicas, da gastronomia e da nossa gente. Fico feliz de ver que cada vez mais o Blumenauense adotou a Lederhose e o Dirndl como trajes típicos da cidade, e os trata não mais como fantasia apenas para pagar meia entrada na festa. A Oktoberfest Blumenau segue cada vez mais sendo referência quando o assunto é festa alemã! Nos vemos em 2020. Bis dann!


Pedro Berejuk

segunda-feira, 1 de julho de 2019

IV Concordia Tanzboden 2019


No último sábado de Junho (22) estive presente no IV Concórdia Tanzboden, em Curitiba, Paraná. O Concordia Tanzboden foi o IV Encontro e Festival organizado pelo Concordias Germanische Volkstanzgruppe em comemoração aos 58 anos de fundação.

Dança de Integração entre os Grupos Folclóricos e convidados.

Participaram do evento vários grupos folcóriocos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do sul, estreitando cada vez mais os laços culturais que nos unem. Após um delicioso jantar típico alemão, aconteceram algumas danças de integração com a participação de todos os grupos folclóricos. A animação da festa foi por conta das bandas Dorfmusikanten, da colônia de Wittmarsum no Paraná, e da banda D’Fiebes de Timbó, Santa Catarina.


CONCORDIAS GERMANISCHE VOLKSTANZGRUPPE


O antigo Clube Concórdia (hoje Clube Curitibano - Sede Concóridia), fundado em 1869 como "Sängerbund Verein", sempre se esforçou para manter as tradições de seus antepassados e fundadores. Em 1961 o Clube Concórdia idealizou realizar em suas dependências uma festa nos mesmos moldes da Oktoberfest de Munique, logicamente em outras proporções. Sendo assim, não poderia faltar a apresentação de danças típicas. Foi neste momento que a Sra. Isa Marckmann se ofereceu para treinar os jovens associados do Clube Concórdia com danças que ela conhecia. Neste ano iniciaram-se as atividades do primeiro grupo folclórico germânico do Brasil, o Concordias Germanische Volkstanzgruppe (Grupo Folclórico Germânico Concórdia) e desde então, continua ininterruptamente com suas atividades, sempre pesquisando, aprimorando seu repertório e mantendo em um ambiente saudável e amistoso as tradições que seus antepassados trouxeram de terras tão longínquas.

Clube Curitibano - Sede Concórdia (Antigo Sängerbund Verein)


Parabenizamos à organização do evento pela excelência cultural, musical e gastronômica, bem como a todos os grupos e adeptos da cultura alemã que participaram do evento. Momentos de integração como este mostram a união de um povo e a força de uma cultura tão bonita como a nossa. Wir gratulieren euch !

FOTOS

William Ernst Ott, Pedro Berejuk, Rubens Kliewer e Francisco José.

Em frente ao Clube Curitibano - Sede Concórdia.



Com a amiga Angelina Wittman, 
responsável sempre pelas melhores fotos!

Banda Dorfmusikanten, da colônia de Wittmarsum no Paraná.

Cardápio do Buffet servido no Tanzboden.

VIDEOS EM BREVE!



Postagem: Pedro Berejuk