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| Prefeitura de Treze Tílias |
| Musikkapelle Osttirol |
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| Grupo Lei Blech |
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| Bürgermeistermusikkapelle |
Aguardamos a festa com muita expectativa e convidamos a todos a viverem e celebrarem a autêntica cultura Austríaca no Tirol Brasileiro.
Pedro Berejuk
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Aguardamos a festa com muita expectativa e convidamos a todos a viverem e celebrarem a autêntica cultura Austríaca no Tirol Brasileiro.
Pedro Berejuk
Eine kleine Reflexion eines Deutsch-Brasilianers für den 25. Juli - Tag der deutschen Einwanderung in BrasilienJedes Mal wenn ich an die Frage der deutsch-brasilianischen Identität denke, stelle ich mir einige Fragen:
Erstens: Wie sieht unsere ZUKUNFT aus? 2024 feiern wir 200 Jahre seit der Ankunft der ersten Kolonisten in Rio Grande do Sul. Was wird aber aus unseren Gemeinden in 10, 20, 30 Jahren? Realistisch gesehen stirbt vieles aus: es wird immer weniger Deutsch gesprochen, die neuen Generationen lassen sich mal viel mehr für eine oberflächige globalisierte Kultur begeistern anstatt auch fürs eigene zu interessieren (deutsche Kultur, deutsche Werte, Kochkunst, Tanzgruppen, Architektur, Dichtkunst, Musik, Geschichte, Sprache/Dialekte usw), es gibt ja schon viele Initiativen, viele Feste und neue Projekte, aber gleichzeitig wird es leider viel zu wenig über diese Zukunft gesprochen. Die Deutschen haben dem brasilianischen Lande in vielen vielen Hinsichten beigetragen hauptsächlich aufgrund dieser treuen Brücke zwischen zwei Welten - und genau das soll nicht sterben. Fördern wir die Kultur nur für Touristen oder geht's auch darum dass jene Essenz bleibt?
Zweitens: wie verbindet man, wie baut man eine bestimmte Einheit unter deutschen Gemeinden? Jeder beschäftigt mit seiner Gemeinde, was in der Tat wesentlich ist, aber wir bräuchten eigentlich mehr Integration zwischen diesen Gemeinden. Warum nicht mal ein deutsch-brasilianisches Fest, warum nicht mal selbst Konferenzen, Integrationsabende oder Workshops wo wir uns besser kennenlernen und uns auf das Gemeinsame konzentrieren?
Drittens: wie viel leisten wir und wie viel wollen wir noch lei
sten, was für Ziele haben wir als Volksdeutsche in Brasilien, wie viel wollen wir opfern damit das alles nicht einfach verschwindet? Wie viel sind wir bewusst von dem was unsere Vorfahren geleistet haben und von unserem deutsch-brasilianischen Erbe? Ein fantastisches Erbe (Deutschland) und einem fantastischen Land (Brasilien). Wo könnten wir am nützlichsten sein und unser BESTES geben?
Genug davon. Ich bin offen für neuen Diskussionen. Kommentare, Tipps und Kritiken, alles trägt hier bei, denn es geht hauptsächlich darum, einen gesunden Austausch zu machen.
Es lebe unsere deutsch-brasilianische Identität!
Texto: Newton Schner Jr. (Ponta Grossa, Paraná, Brasilien)
Postagem: Pedro Berejuk
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| Cartaz do evento. |
Aconteceu no último sábado, dia 24 de julho, no Centro Cultural 25 de Julho de Blumenau, o evento chamado ‘’Almoço Alemão no 25’’. O almoço fez parte das comemorações da Semana da Imigração Alemã, com programação organizada pela Secretaria Municipal de Cultura e Relações Institucionais.
O evento, que teve comida típica, música alemã e apresentação do Original Blumenauer Schuhplattler, teve por finalidade levantar fundos para o Centro Cultural 25 de Julho de Blumenau e ajudar a manter viva a tradição alemã em nossa cidade. Engrandeceu também o evento a participação do Männerchor Liederkranz com algumas canções apresentadas ao público.
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| Südbrasilien presente no evento |
Parabenizamos o C.C 25 de Julho de Blumenau pela iniciativa e a todos que participaram da organização e realização do evento. Esperamos por mais eventos como este, que promovem o convívio familiar e entre amigos dentro da cultura germânica.
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| Ótima presença de público no evento, foi um sucesso! |

Escutando uma rádio suiça de música clássica, ela mostrou ainda sua biblioteca, seus chás feitos apenas com o que cultiva no jardim onde trabalha diariamente quatro horas, sobre o quanto a música nos ajuda a trabalhar emoções, sobre o quanto escreve todos os dias um pouco mais, sobre o quanto atraímos coisas conforme a vibração do coração, sobre o quanto gostaria de ainda viver por muitos anos para aprender mais e mais.
Antes que eu partisse ela preparou a mesa, pão de grãos assado no forno de barro, geléias feitas por ela, então rezou e disse em alemão: "Obrigado senhor por esta visita, por alguém que vem hoje de longe ao nosso lar com ouvidos para escutar o que temos a dizer e por achar que temos algo a ensinar".
Newton Schner Jr.
Setembro é um mês especial para os princesinos de origem alemã: voltamo-nos no dia 7 em reverência à nossa Pátria, o Brasil, passando pelo aniversário da nossa cidade de Ponta Grossa, e no mesmo mês recordamos com carinho a chegada de uma leva imigratória sem a qual o destino princesino não teria sido o mesmo: Os alemães do Volga.Uma história que começou quando a Alemanha nem se entendia por Alemanha, passando pela Rússia e finalmente encontrando uma morada segura no distante Brasilien.
Do carvalho semeado em solo princesino fez-se então lentamente, mas em progresso contínuo, uma nova Ponta Grossa.
Seja no transporte da erva mate, nas casas de comércio, na história de inúmeras famílias, nas sociedades de teatro e música, na imprensa, nas cervejarias, na culinária e na arquitetura, nisso tudo o imigrante alemão imprimiu sua marca na cidade ao longo dos anos, fazendo do cidadão local também um pouco alemão.
Glaub mir: auch Du, Pontagrosser, bist teilweise ein bisschen deutsch!
Sabendo olhar com admiração para os anos de luta, sofrimento, tragédia dos imigrantes alemães do Volga que encontraram no trabalho, na cultura, na fé, na família e no sonho de fazer do Brasil um novo lar, fazer da Neue Heimat um lugar próspero, teremos sempre mil e uma razões para seguir adiante com a nossa caminhada.
Quando nos livros de história, nos fóruns de genealogia, nos cultos luteranos, nas cervejarias, no crescente interesse pela língua alemã, quando vemos a alegria da gente princesinha com as cores da bandeira da Alemanha junto ao verde e amarelo, nisso tudo está o carinho e o sonho inconsciente de um retorno um retorno à origem.
Que o legado dos alemães do Volga nunca seja esquecido!
Möge dass das Erbe der Wolgadeutschen nie vergessen wird!
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Texto: Newton Schner Jr. (Centro de Línguas Germania)
Arte: Caroline Stelle
Publicado originalmente no jornal Diário dos Campos, em comemoração ao aniversário da imigração dos alemães do Volga no Brasil.
Passamos uma tarde maravilhosa de 7 de setembro ao som dos
pássaros e de música alemã, de frente para um jardim muito bem cuidado,
acompanhados de boas conversas, boa cerveja e boa comida no lar dos Wittmann.
Falamos sobre o Brasil e Alemanha, sobre a cultura alemã no
sul do Brasil, sobre o espírito alemão e sobre como sempre na história um
pequeno grupo ajuda a manter a chama para que as coisas não se percam para
sempre.
Tão logo que a pandemia cesse, esperamos poder fazer com que
Angelina lance a sua obra também em solo paranaense.
Der deutsche Geist ist der Geist der Freiheit!
Texto: Newton Schner Jr.
Ser alemão não recorre somente à cor da pele ou a
nacionalidade, e sim à própria cultura, herança, caráter, conduta e percepção
em relação à vida.
O pleno desserviço em relação ao povo está em acreditar que
a Germanidade pode existir em sua parcialidade, sendo projetada na matéria e
vivenciada em forma de fantasia, como nos períodos de Oktoberfest, Copa do
Mundo ou quando convém. Aqueles que fantasiam não possuem respeito próprio e
descartam como lixo todo o esforço de seus semelhantes e toda a memória de sua
raiz ancestral. Eles também não asseguraram a continuidade da verdadeira
tradição e cultura, desconstruindo os valores e leis que caracterizam o povo.